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domingo, 8 de janeiro de 2017

ALEXANDRE, O FELIZARDO (Alexandre, Le Bienheureux) França, 1968 – Direção Yves Robert – elenco: Philippe Noiret, Marlène Jobert, Françoise Brion, Paul Le Person, Jean Carmet, Pierre Richard, Tsilla Chelton, Jean Saudray e o cão Kaly – 100 min

     QUEM ESTÁ COM A RAZÃO?? A MULHER, OS AMIGOS, O CÃO OU A SOCIEDADE???


Depois de “Os Russos Estão Chegando! Os Russos Estão Chegando!” (1966); “Esse Mundo é dos Loucos” (1966); “Pequena Miss Sunshine” (2005); e algumas outras poucas mas grandes comédias, chegou a vez de conhecer “Alexandre, O Felizardo” - Comédia com toques de ingenuidade e fantasia sobre as peripécias de um simplório agricultor que encara a vida de uma maneira muito peculiar e nisso é auxiliado por seu cão de estimação. O diretor é Yves Robert, o realizador dos inesquecíveis “A Guerra dos Botões” (1962); “O Castelo de Minha Mãe (1990); “A Glória de Meu Pai (1990) etc. Destaque no elenco feminino para Marlène Jobert, que brilhou no excelente “O Passageiro da Chuva” (Le Passager de La Pluie, 1970), de René Clément e Françoise Brion, de “Os Sóis da Ilha de Páscoa (1972 – com Norma Bengell). 

“Alexandre, O Felizardo” é um filme detentor dos maiores recordes: 40 semanas em Paris, 38 em Roma, 38 em Nova York, 32 em Bruxelas e bateu todos os recordes em todas as capitais onde foi exibido. O público de todas as idades comentou, discutiu e adorou esta verdadeira obra-prima no difícil gênero da comédia. Um filme capaz de reunir a comicidade, a sátira, o mais fino humor e o mais profundo sentido humano. Uma coisa boa nessa película, como é um filme antigo não tem tantos clichês como hoje em dia, nem tanto apelo para piadas sem graça.  
A todos que não viram ou os que já conhecem, merece conhecer ou uma revisão desta comédia francesa bem leve, sem temática alguma complicada ou filosofia mais intensa, se arriscando apenas em falar um pouco sobre as consequências da liberdade, e a escravidão (aqui um pouco exagerada) que pode se tornar um casamento. A história de um fazendeiro bonachão e sonhador que após trabalhar anos feito um cão, sob as ordens da esposa controladora, enviúva e passa só a fazer o que quer. Passa dois meses na cama, enquanto seu cachorrinho vai às compras por ele. Um comportamento que vai contra a mentalidade de trabalho reinante na cidade e que por isso causará espanto e a reação contrária dos moradores. Mas Alexandre só queria viver!!! 
 


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